O local está sinalizado com cones e uma capa de plástico busca evitar novos deslizamentos. Foto / SuperBairro

Wagner Matheus é jornalista (MTb nº 18.878) há 45 anos. Mora na Vila Guaianazes há 20 anos.

O local está sinalizado com dois cones na rodovia e o barranco foi coberto por uma capa de plástico; a Defesa Civil determinou construção de muro de arrimo

 

DA REDAÇÃO

A via Oeste, nova ligação entre São José dos Campos e Jacareí, teve a fase 3 inaugurada no último sábado (15), porém um deslizamento de terra em um trecho da fase 2 requer a atenção dos motoristas que passam pelo local.

O deslizamento ocorreu em um barranco logo após a rotatória da Arena Farma Conde, no sentido de Jacareí. Dois cones no asfalto indicam a necessidade de um desvio no local. No alto do barranco, com cerca de 7 metros de altura, foi colocada uma proteção de plástico com o objetivo de evitar que, em caso de mais chuvas, a terra possa sofrer nova movimentação.

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Área de risco

Acionada, pelo SuperBairro, a Prefeitura de São José dos Campos informou que acionou a Defesa Civil “para vistoriar o local e emitir o relatório que vai embasar estudos técnicos necessários para a elaboração do projeto de recuperação do talude”. Acrescentou que “também serão avaliadas melhorias para o trânsito no local, que está sinalizado”.

O barranco onde ocorreu o deslizamento de terra fica entre a rua Ibaté e a via Oeste, no Jardim das Indústrias. Segundo o morador da casa de onde a terra desceu para a via Oeste, Job Alves da Silva, de 61 anos, ele está providenciando a construção de um muro de arrimo para resolver o problema.

“Em cerca de 15 dias o muro vai estar pronto, vai ser bem reforçado, com ferro e concreto”, informou. Job relatou que o deslizamento ocorreu há cerca de um mês, após chuvas intensas na região. “Já existia um muro de arrimo no barranco, mas ele foi levado pela água”, disse.

O morador informou que uma equipe da Defesa Civil vistoriou o terreno e a casa, afastando a possibilidade de a construção ter sido afetada. “Não encontraram nenhuma trinca”, garantiu.

Segundo ele, pelo menos uma vez por semana um técnico da Defesa Civil tem passado pelo local para avaliar a situação. Job, que mora no endereço há cerca de cinco anos, confirmou que uma faixa de cerca de 400 metros do lado direito da rua Ibaté é considerada área de risco para desmoronamento.

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